quarta-feira, 13 de maio de 2015

TECNOFORMA DE PASSOS E RELVAS - O escândalo continua !!!




Estado contrata contabilista da Tecnoforma para gerir créditos do BPN

Francisco Banha era o responsável pelas finanças da Tecnoforma quando Passos Coelho e Francisco Nogueira Leite geriram aquela empresa. O último é agora o presidente da Parvalorem, e contratou os serviços de Banha para a empresa que concentra o crédito malparado do antigo BPN.
Parvalorem gere directamente dois mil milhões de euros de dívidas deixadas ao BPN por alguns clientes Daniel Rocha,
                                                
 

A Parvalorem, que gere directamente dois mil milhões de euros (e indirectamente outro tanto) de dívidas deixadas ao BPN por alguns clientes – créditos de difícil cobrança, que não transitaram para o actual Banco BIC – contratou, em regime de “avença experimental”, a Gesbanha para prestar serviços à direcção de apoio à gestão e reporting. Neste momento, dois funcionários daquela consultora trabalham na sede da Parvalorem. Isto enquanto se processa um despedimento colectivo de 49 dos 226 funcionários da Parvalorem.
Francisco Nogueira Leite garante ao PÚBLICO que as duas situações não têm qualquer ligação. O despedimento colectivo, diz o gestor, visa corrigir “situações insustentáveis”, como a da presença nos quadros da Parvalorem do filho de Oliveira Costa, e abrangeu “pessoas sem funções atribuídas” e “quadros dirigentes e directores”. A Gesbanha foi contratada para “lidar com questões muito específicas” que não podiam ser resolvidas, segundo Nogueira Leite, por nenhum funcionário da casa. A avença, acrecenta, é pequena: “Dois mil e quinhentos euros por mês”. E, reforça, “experimental”, por períodos de dois meses, renováveis.
A comissão de trabalhadores contesta esta versão de Nogueira Leite sobre os despedimentos, até porque estão nessa lista “dois membros da Comissão de Trabalhadores, um delegado sindical, uma colega em licença de maternidade, uma grávida e uma colega que estava de baixa por gravidez de risco e que foi mãe esta semana”. O gestor acredita que a situação será resolvida, na maioria dos casos, “por acordo”. Enquanto isso, o PS pediu explicações, no Parlamento, sobre os despedimentos.
Entre as empresas a quem Francisco Banha prestou “consultoria” contam-se outras duas em que Nogueira Leite foi administrador: a Ecosaúde e a Fernave. O que Nogueira Leite “não sabia”, quando contratou Francisco Banha para a Parvalorem, é que existe uma estreita ligação deste com um dos mais conhecidos devedores do BPN. Arlindo de Carvalho, que foi ministro do PSD e um dos seus sócios, José António Neto, no Grupo Pousa Flores, têm um dívida de 65 milhões à Parvalorem. São ambos “membros de referência” de um clube fundado e dinamizado por Francisco Banha, o dos “business angels” – investidores em novas empresas que precisam de capital.
João Luís Gonçalves, que foi secretário-geral da JSD na época em que Passos presidiu àquela juventude partidária, e era um dos sócios da Tecnoforma, é o secretário da assembleia-geral do clube. Foi Gonçalves, recorde-se, quem apresentou Passos a Sérgio Porfírio, ainda hoje sócio da Tecnoforma, quando o actual primeiro-ministro ainda era deputado, nos anos 90. Data dessa altura a criação da ONG Centro Português para a Cooperação. Mais tarde, e até Maio de 2007, Passos e Nogueira Leite receberam uma procuração dos donos da Tecnoforma para “gerir a empresa”. “Gerimos os dois a empresa durante esse período”, confirmou Passos Coelho ao PÚBLICO, em Setembro de 2012. Sérgio Porfírio também pertence ao clube dos “business angels” criado por Francisco Banha. É outro dos “membros de referência”.
No blogue de Francisco Banha, a Tecnoforma aparece não só como um dos principais clientes, mas também com diversas citações de “interessantes artigos de opinião” da sua newsletter, a “Tecnoforma news”, que infelizmente já não estão disponíveis online. Há também dois processos judiciais em curso, porque a Gesbanha reclama valores em dívida da Tecnoforma. Um ex-director-geral da empresa de formação declarou ao PÚBLICO que o contrato com a Gesbanha custava “uma fortuna”. E o próprio Passos Coelho deixou escrito, juntamente com Nogueira Leite, num memorando de 11 de Abril de 2007 dirigido aos accionistas da Tecnoforma, que uma das suas prioridades da gestão de ambos tinha sido a “renegociação e redução de preços dos serviços da Gesbanha”.
Mas quando Passos e Nogueira Leite deixaram a Tecnoforma, em 2007, a relação não acabou. O dono da Gesbanha (e da Gesentrepreneur, da Geslearning, da Gesventure, da Gesevolution e de outras empresas) chegou a ser presença assídua na sede da Fomentinveste, a holding que empregou Pedro Passos Coelho simultaneamente e depois da Tecnoforma, desde 2004 e até pouco antes de se candidatar a primeiro-ministro. No 10.º piso da Torre 3 da Rua Tierno Galvan, nas Amoreiras, em Lisboa, coexistiram, até 2011, a sede do grupo liderado por Ângelo Correia, e no qual Passos foi administrador de várias empresas, e a Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento, de que Francisco Banha é um dos principais dinamizadores e actual presidente do conselho fiscal. O Banco Efisa, de que era administrador o filho de José Oliveira e Costa, José Augusto Oliveira e Costa, era um dos 21 associados da associação. O presidente da direcção é Paulo Caetano, ex-colega do primeiro-ministro na administração da Fomentinveste.
Caetano foi administrador da Ecoprogresso, outro dos clientes de Francisco Banha, enquanto Passos era administrador da Ecoambiente. Ambas as empresas faziam parte da Fomentinveste. Passos recorda-se de ter recebido propostas de Banha, para trabalhar com a holding, mas não aceitou "porque era demasiado caro".
Caetano, tal como Nogueira Leite, também foi nomeado pelo actual Governo para uma empresa pública: é administrador-delegado da ADP Energias, do grupo Águas de Portugal. Também é “membro de referência” do clube criado por Francisco Banha.
A proximidade com os devedores do BPN pode representar um conflito de interesses? Nogueira Leite remete a questão para Francisco Banha. “Se houver é do lado da Gesbanha.”
Francisco Banha garante que a sua empresa "é muito rigorosa a analisar os seus potenciais conflitos de interesses e neste caso particular, como é evidente, não deixou de fazer esse exercício". Até porque, prossegue o responsável da Gesbanha, os serviços que está a prestar nas empresas que resultaram da nacionalização do BPN, Parvalorem, Parups e Parparticipadas, não permitem "em circunstância alguma" o contacto com informação sobre os devedores do BPN. Além disso, acrescenta, "a atividade de Business Angels não se compadece com comportamentos eticamente reprováveis por parte de quem a desenvolve e, tendo por base esta importante premissa, jamais permitiria o meu envolvimento, ou das empresas onde assumo responsabilidades (na qualidade de accionista e como Presidente do Conselho de Administração), em práticas que, de algum modo, pudessem pôr em causa a minha conduta ética, profissional ou social". com José António Cerejo



Mas se leu e já não se recorda dos pormenores ou se nunca leu, deixamos o link para o longo e pormenorizado artigo que aqui escrevemos com a história da TECNOFORMA, as suas ligações perigosas a Passos e a Relvas, bem como a forma como utilizaram "testas de ferro" para encobrir actividades e procedimentos ilícitos :


http://tomarcontraosafilhados.blogspot.pt/2012/10/curiosidades-coincidencias-ou-julgam.html
 


domingo, 3 de maio de 2015

IMPERDÍVEL !!!

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PARA MEMÓRIA FUTURA...


https://www.youtube.com/watch?v=c2mhTEKrvcw



Olha se se lembram de aparecer lá os outros dois mosqueteiros - Miguel Relvas e o Zé Luís Arnaut - os comparsas da famosa cimeira do Copacabana Palace.

O futuro ainda virá a falar muito deles e dos seus negócios...

Esperemos pelo início dessa PROCISSÃO.

 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

A ESQUERDA PORTUGUESA E OS MEDIA

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Salvaguardando à partida as honrosas excepções de alguns programas e de muitos jornalistas sérios e, tanto quanto possível, isentos, o que encontramos no panorama da comunicação social portuguesa e não só ?


Jornais, revistas, rádios, televisões e agências noticiosas pertencentes a grandes grupos económicos nacionais ou internacionais, salvo o caso da RTP e, em parte, a agência Lusa que ainda pertencem ao Estado e que servem o poder vigente.


Mas, desde há muitos anos, apenas servindo para formatar e intoxicar as consciências dos leitores, dos ouvintes e dos telespectadores com o pensamento único da inevitabilidade das soluções neoliberais para os problemas dos povos, dos países, do mundo.


Objectivamente ao serviço dos objectivos políticos de uma direita sem fronteiras.


Centrando-nos mais na situação portuguesa, o que vimos ?


A esquerda portuguesa não tem, há dezenas de anos, qualquer órgão de comunicação social, salvo os jornais partidários e apenas lidos por alguns "crentes", através dos quais divulgue e defenda as suas ideias, propostas e políticas alternativas.

E ainda não percebeu que isso é TRÁGICO !


Deixou para a direita o monopólio da formação e intoxicação de uma opinião pública, no geral, indefesa e impreparada para lhe resistir.


É certo que este não é o único problema de uma esquerda autofágica, sectária, com espírito de capelinha, sem produção ideológica própria, sem capacidade de se unir numa plataforma mínima comum para apresentar aos Portugueses e colher a sua simpatia, adesão e entusiasmo.


Mas, na sociedade actual, é um problema muito SÉRIO a que urge prestar atenção e encontrar soluções.


E o mesmo se passa em relação à utilização das redes sociais.


Desgraçadamente, a esquerda está inerte, sem um programa comum, sem qualquer farol de exemplo a nível internacional que mobilize e atraia a opinião pública, a envolva, a mobilize.


Atente-se no caso de Jerónimo de Sousa :

É o primeiro secretário-geral do PCP que, ao fim de mais de dez anos de função, ainda não escreveu uma linha, ainda não publicou um livro de 10 páginas que se possa considerar produção/elaboração ideológica.
O mundo vai mudando, surgem novos e complexos problemas e não há novas respostas para esses novos problemas.
Não fosse a extensa e valiosa obra publicada por Álvaro Cunhal (que não está imune à dialética marxista) e a invocação dogmática dos clássicos, o deserto era total.
Até Carlos Rates, antes de renegar e aderir à União Nacional de Salazar, produziu uma obra, mesmo que mais ou menos incipiente e propagandística.


Mas, voltando ao princípio, quando será que a esquerda portuguesa e até europeia e mundial, consegue tomar consciência de que tem de construir soluções de comunicação efectiva com os povos, quer através de jornais, de rádios, de televisões e das redes sociais.


Soluções eficazes, comuns, sem desperdiçar os seus poucos recursos.

Talvez estes meios envolvam um investimento menor do que todo o dinheiro que gastam em propaganda que ninguém lê.


ACORDAI !

Se nada for feito, mais de metade dos Portugueses continuam sem voz e a ser alvos de um contínuo bombardeamento das centrais de intoxicação e desinformação comandadas universalmente pelo grupo de BILDERBERGER, pretendentes a dominar o Mundo em todas as áreas. 
VL

domingo, 19 de abril de 2015

PAZ PODRE, DESPREZO E DESILUSÃO DOS CIDADÃOS ?



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                                                                                                                                          157

















































 



REFLEXÕES...





No país, estamos a chegar ao fim de uma legislatura dominada por uma governação escandalosamente submissa aos ditames da Alemanha da Sra. Merkel e do Sr. Schäuble que se concentrou em vender Portugal a pataco, a empobrece-lo, a destruir a classe média, a lançar na miséria milhões de portugueses que, mesmo trabalhando, apenas mal sobrevivem, a fazer da desvalorização do factor trabalho uma das marcas mais impressivas da sua acção e decisão política, a desencadear um ataque sem tréguas às condições de vida dos reformados e pensionistas e das crianças e jovens.

Tudo com o beneplácito, cobertura e apoio de uma múmia manhosa, simulacro de um Presidente da República que nunca deixou de ser apenas o presidente dos abastados e poderosos do PSD e do CDS. Só dos abastados, frise-se bem. Daqueles que financiaram generosamente as suas campanhas eleitorais desde 1987.

No concelho, quase a meio do mandato, temos uma Câmara efectivamente presidida pelo desqualificado Sr. Luís Ferreira, em nome da marida só eleita, com maioria relativa, com os votos trazidos por um ex-IpT, anterior presidente da JF de S. João Baptista e actual presidente da União das Freguesias urbanas, resultado directo da grande sagacidade política do Sr. Pedro Marques e dos seus fidelíssimos acólitos.

Como a maioria relativa não assegurava uma estável governação concelhia, o dito Luís Ferreira, só porque ressabiado com os ex-amigos do PSD e com Pedro Marques, recorreu, sem alternativa, a Bruno Graça e à CDU para o conseguir.
Nasceu uma coligação pós-eleitoral.

Dissemos aqui que a presença de Bruno Graça nos vereadores a tempo inteiro daria algumas garantias de uma provável melhor gestão do concelho e um entrave à acção controladora e centralizadora do pulhítico Luís Ferreira.

O que está a acontecer ?

Bruno Graça está capturado, dá sinais de não fazer ondas, de estar acomodado, de o seu trabalho, quase desconhecido, vir a ser capitalizado pelo PS em futuras eleições, o que equivalerá a uma acentuada transferência de votos da CDU para o PS.
Não sendo até de descartar uma jogada à Luís Ferreira, em cima das próximas eleições autárquicas, no sentido de romper a coligação com a CDU.

Quanto aos outros vereadores, Hugo Cristóvão continua a ser o que sempre foi - um político de palha de Luís Ferreira, um arquitecto que não joga nem dá cartas, um Pedro Marques que vai tratando da sua vidinha e que será o coveiro dos IpT, e dois PSDs amarrados pela gestão desastrosa de Paiva e Relvas durante década e meia.~

Quanto à Assembleia Municipal, infelizmente tornada num órgão morto e inútil, palco de vaidades fúteis onde nem os presidentes das JF se fazem ouvir, nem há nada para dizer. A política de tratar tudo pela "porta do cavalo", favorecendo uns em detrimento dos outros, voltou e em força.
As suas reuniões, as mínimas legais, deixaram de merecer qualquer destaque na comunicação social, para além dos anúncios pagos.

E que problemas importantes foram resolvidos ?  Nenhum !

E que grandes problemas subsistem ?

- O PDM por rever, já lá vão quase duas décadas.

- Parque T e Parque do Pavilhão subutilizados, sem políticas e decisões sobre os preços e condições de utilização pelos moradores sem garagem que os tornem mais rentáveis, úteis e com taxas de ocupação próximas dos seus limite de capacidade.

- Burocracia e autismo gritante em relação ao fomento e apoio às actividades económicas, trabalho zero na atração de nova instalação de empresas e criação de postos de trabalho.

- Desprezo pela resolução de muitos dos mais evidentes problemas das freguesias não urbanas.

- O transito caótico nalgumas zonas da cidade, agravado com o encerramento da ponte Velha ao trânsito de ligeiros nos dois sentidos e à obra quase inútil da ponte do Fecheiro, que merecia um censo de tráfego a ser divulgado publicamente.

- O recuo dos apoios a idosos, designadamente na tarifa social da água, por alteração não publicitada da nova fórmula de cálculo - divisão do rendimento por 12 e não por 14, precisamente no momento em que o governo passou a considerar 5% do património, já taxado em sede de IMI, como rendimento, mesmo que esse património não gere qualquer rendimento e tão só despesas de limpeza e/ou conservação.

- A manutenção de uma confrangedora inércia quanto à conclusão de abertura de troços de várias ruas na malha urbana da cidade.

- A manutenção de guetos sociais nos principais bairros sociais da cidade, em vez de voltar a uma política de diversificação social, como foi feito, e bem, durante décadas. Um exemplo paradigmático é o Bairro 1º de Maio, onde deviam ser instaladas famílias, também carenciadas, de polícias, de GNRs, de funcionários da Câmara e de outros serviços públicos e que seriam um factor dissuasor da criminalidade dominante.

- A carência de instituições de apoio aos idosos e às crianças vulneráveis, na cidade e em algumas freguesias.

- A desburocratização geral dos serviços do município, acompanhada de um portal do cidadão online, onde a maioria dos procedimentos possam ser tratados, à revelia da arrogância e corrupção de alguns funcionários e quadros.

e muito, muito mais, que seria fastidioso descrever.

Face a este estado das coisas, em Tomar e no País, impõe-se, cada vez mais, interrogarmo-nos :

TOMAR E PORTUGAL, QUE FUTURO ?

Resultado de imagem para assembleia da republicaPorque depende de todos nós, da nossa acção, do nosso voto, quando se aproxima um novo ciclo eleitoral.


E qual a razão porque não vingam em Portugal movimentos cívicos como o Podemos ou a fusão de agrupamentos da esquerda como o Syrisa ?

Bem pelo contrário, a esquerda está cada vez mais pulverizada. PORQUÊ ?

NOTA - Por razões que desconheço, há fotos que aparecem duplicadas e fora da ordem porque foram colocadas. As minhas desculpas, mas, mais do que as fotos, valerá o conteúdo.


VL

quarta-feira, 23 de julho de 2014

PUDOR ??? NEM DEPOIS DE DENUNCIADOS E DESMASCARADOS !!!


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O PAÍS A SAQUE !
POUCA VERGONHA TOTAL !





Tecnoforma
Antigo colaborador de Passos 'ganha' contrato de milhões
« em: 21 de Julho de 2014, 19:11 »
Um professor universitário, Fernando de Sousa, um antigo colaborador de Passos Coelho, na Tecnoforma, empresa em que o primeiro-ministro foi consultor, ganhou um contrato de 2,5 milhões de euros, para o tratamento de arquivos dos governos civis. A portaria foi publicada em março de 2013 contudo, o despacho de adjudicação é de fevereiro, revela o Diário de Notícias.

Um antigo colaborador de Pedro Passos Coelho na Tecnoforma, empresa onde o primeiro-ministro trabalhou como consultor, ganhou um contrato de 2,5 milhões de euros para “seleção, eliminação e inventariação das fontes documentais existentes nos governos civis”. A portaria  foi publicada em março mas a adjudicação deste concurso só foi publicada quando já tinha sido autorizada ao Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade (Cepese), por despacho do secretário de Estado de 27 de fevereiro, segundo o Diário de Notícias.


Foram pedidos esclarecimentos ao Ministério da Administração Interna sobre a portaria. E foi, o próprio gabinete de Miguel Macedo que reconheceu que “a adjudicação ao Cepese foi autorizada por despacho de Sua Excelência o secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, de 27 de fevereiro, e teve em consideração, essencialmente, as questões técnicas e a qualidade da equipa”.

O despacho foi assinado, segundo o MAI, por Juvenal Silva Peneda, na altura secretário de Estado adjunto da Administração Interna, mas como “não carece de publicação em Diário da República”, o gabinete limitou-se a resumir o seu conteúdo, por email, sem não enviar o mesmo.

Fernando de Sousa foi levado por Passos para a Tecnoforma para o apoio na criação de uma organização não-governamental que explorasse “as facilidades de financiamento” da Europa, em projetos de formação profissional.

O próprio Cepese anunciou em abril que estavam a “recrutar técnicos de arquivo em todo o território nacional”, no âmbito do projeto ‘Os Governos Civis de Portugal. História, Memória e Cidadania’.

No relatório de atividades de 2013, o projeto é mencionado relativamente a 2013 e 2014, com a “coordenação de Fernando Sousa” e “financiamento” pelo “Ministério da Administração Interna”. E o Cepese informa que “não encontrou referências ao concurso, apenas a cópia que o MAI remeteu depois de vários pedidos.


PERGUNTO :

- Onde estão as Oposições ?

- Onde está o Ministério Público ?

- Onde está o Tribunal de Contas ?

- Onde está o Presidente da República ?

- Onde está o pudor e a vergonha ?

PARA ONDE VAI PORTUGAL ???????


VL

sexta-feira, 11 de julho de 2014

INTERVALO


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Por razões profissionais e de saúde, fomos forçados a interromper a publicação regular de artigos/posts sobre a vida política em Tomar e no País.

Este "INTERVALO" ainda se vai prolongar durante mais algum tempo, apesar de haver muita matéria a merecer ser tratada.

Os recentes acontecimentos em torno do escândalo BES/DDT-Ricardo Salgado, são um exemplo paradigmático disso mesmo.

Mas a procissão ainda está a sair do adro com os principais porta-andores a "garantir" que os Portugueses não pagarão 1 cêntimo dos, para já, 7,7 MIL MILHÕES DE EUROS que se evaporaram das várias "casas" do DDT/boca de sapo.

Aquela mesma cantilena que ouvimos ao Teixeira dos Santos e ao Constâncio aquando dos rombos do BPN e BPP e que depois se transformou numa PESADA FACTURA que todos nós iremos pagar durante as próximas décadas.

Mas o BES não é o BPN e muito menos o BPP.

É o banco de quase todos os poderes desde a 1ª República.

O único em que os sucessivos CEO eram visita de casa de Salazar e de muitos outros chefes de governo no pós 25 de Abril.

Era e é o principal banco que dava cartas nas latitudes dominadas pelo famigerado RELVAS, traficante-mor de influências do Reino...

Mas hoje vamos ficar por aqui...

Até breve.


VL

terça-feira, 4 de março de 2014

RELVAS ou A CABEÇA DO POLVO ?


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Ele aí está !!!

Depois de um intervalo programado, o dono do Passos voltou.

Barbudinho q.b., arrogante, a mostrar que nunca deixou de ser ele a mandar, que Passos não passa de um produto da sua "cantera".

Porque ele lhes conhece os cúmplices podres, as negociatas em que foram sócios, formalmente ou não.

Ele é o homem da NOVA maçonaria, dos espiões, dos espiados, das grandes negociatas luso-afro-brasileiras.

Ele criou uma nova consultora e reactivou outra, instrumentos "legais" fundamentais para a traficância política e de interesses.

Ele é o intendente-chefe do tráfico de influências do PSD, da chantagem política, económica e financeira sobre os grandes alimentadores dos cofres do PSD, dos fundos necessários para as campanhas eleitorais das europeias, legislativas e presidenciais.

Ele é o cérebro das campanhas sujas, ele é o dono dos mercenários da comunicação social e do comentário político, de 1ª e de 2ª linha.

É o homem do conclave do COPACABANA PALACE, onde jogou xadrez e monopólio com o fiel depositário Dias Loureiro e com o Zé Arnaut da Goldman Sachs.

Ele é o dono das VOZES do dono.

Ele está magistralmente definido por 2 leitores do Expresso que comentam o seu regresso pós-sabático :



MIGUEL RELVAS ...         
Miguel Relvas representa e bem a falta de ética, a desonestidade, a sem-vergonha, a falta de seriedade, as negociatas obscuras, e por aí fora ... representa tudo aquilo que um político e um homem não devem ser ...

Relvas espelha bem o próprio PSD ... um PSD sem escrúpulos ...

Um resumo impecável.Ponto.
Em duas linhas disse o que há a dizer, mais seria deitar pérolas a porcos.
Tudo o resto é desculpabilização enfeitada com lacinhos de Blanchet ( o Woody rir-se-ia imenso com este aproveitamento patego, se perdesse tempo com patetices) - puro lixo.
  E contra o lixo a sua vassoura é eficaz, CENSURADO.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/carta-a-miguel-relvas=f858947#ixzz2uzPBZBe4


O país e a política voltam a estar conspurcados no nível TOP + ...
 
Mas o anedotário nacional vai sair enriquecido.

E estejam atentos ao balancear cauteloso dos peões hesitantes e saltitantes, medindo ao minuto a relação custo/benefício de se aproximarem ou afastarem do "leproso" pulhítico.

E, mal chegou, a confusão e agressão a jornalistas não tardou.

VEJA :

http://humorbizzarru.pt/regresso-de-miguel-relvas-politica-festejado-ao-pontape/


VL