sábado, 16 de novembro de 2013

LUÍS FERREIRA - o paradigma da ética republicana...

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Com a devida vénia, transcrevemos a acutilante notícia do nosso conterrâneo
 
"Tomar na Rede"
 
 
Clique no link abaixo e veja o retrato "quimicamente puro" do arauto da ética republicana, dos bons costumes e do espírito libertário.
 
 
 
 
 
 
 
 
 





Sexta-feira, 15 de Novembro de 2013

Luís Ferreira foi assessor no parlamento por 15 dias

Foi uma passagem meteórica do ex-vereador socialista Luís Ferreira pela Assembleia da República. Entre 17 e 31 de outubro, ou seja entre o fim do mandato como vereador na Câmara de Tomar e a nomeação como chefe de gabinete na mesma autarquia, Luís Ferreira ocupou o lugar de assessor no Grupo Parlamentar do Partido Socialista na Assembleia da República, conforme despacho publicado no Diário da República que pode ser lido aqui:


http://dre.pt/pdf2sdip/2013/11/222000000/3360133601.pdf

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

LUÍS FERREIRA já começou a "despachar"...

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A "Rádio Hertz" informa.

Nós comentamos :


As decisões tomadas têm, no essencial, motivações políticas.

Sem, neste momento, querer analisar o mérito ou demérito profissional das pessoas afastadas,  para não inquinar a análise objectiva do procedimento, estamos perante a lógica "ferreirista" de trocar "boys and girls" do PSD por fauna similar, mas do PS.

E Luís Ferreira fá-lo-ia com quaisquer outros, independentemente dos seus eventuais méritos profissionais ou das suas ligações ou simpatias político-partidárias.

Aliás, a principal razão que o fez escolher aliar-se com a CDU nada tem a ver com convicções ou opções políticas de esquerda.

Ela sabia bem que o PSD de Relvas tinha enxameado a Câmara com os seus fiéis e que agora só podia fazer as trocas de fiéis no quadro de uma não aliança com o PSD.

Só isso determinou a aliança com a CDU.


O pulhítico Luís Ferreira é um legionário dos tempos actuais.

E esperemos para ver quem ele vai colocar, nestes e noutros lugares-chave.
Com o objectivo de controlar e manipular tudo e todos.

Anabela Freitas e os vereadores da sua maioria relativa deixaram de ter qualquer poder. Vão ser marionetas de um teatro em que Luís Ferreira e "sus muchachos" controlarão os movimentos dos cordelinhos.

E não tardará a mostrar os dentes a Bruno Graça e a "apalpar" a sua firmeza e determinação em resistir a integrar o teatro de marionetas.

Em relação aos vereadores do PSD e a Pedro Marques, presumo que a sua atitude dependerá essencialmente da postura de Bruno Graça perante as suas tentativas de controle e intromissão.

Porque o feiticeiro LF saberá(?) os riscos que corre.

Porque de um momento para o outro, a queda pode ficar mais próxima do que qualquer outro reequilíbrio.

Contudo, nesta fase, o melhor é deixar o pulhítico à solta, deixá-lo espalhar-se. O que vai ser quase quotidiano.

Ao fim de uns meses, um ano, já terá criado os suficientes anticorpos nos eleitos da Câmara (incluindo os seus súbditos), da Assembleia Municipal, das Freguesias e, sobretudo, na população.

O PS, com tal raposa no galinheiro, verá a Câmara desmoronar-se inexoravelmente.

Se daí resultar o afastamento do pulhítico e o iniciar de um novo ciclo com outra gente, o preço da tragédia torna-se mais suportável.

Para terminar, repito apelos já aqui feitos :


ALERTA Bruno Graça !

ALERTA CDU !

ALERTA Tomarenses !





TOMAR - Notícia Rádio Hertz: Anabela Freitas retira quatro responsáveis de departamento das Comissões de Serviço

Notícia Rádio Hertz: Anabela Freitas, presidente da Câmara Municipal de Tomar, emitiu um conjunto de despachos na manhã desta quarta-feira onde se fica a saber que é retirada a comissão de serviços a Luís Boavida, até agora chefe dos Serviços Financeiros da autarquia, Dília Gomes, responsável pelos Serviços Jurídicos, Carlos Constantino, dos Serviços de Pessoal, e Rui Monteiro, das Obras e Serviços Urbanos.

 


VL

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

LUÍS FERREIRA "nomeado" Presidente-sombra da CÂMARA DE TOMAR




Afinal a Dra. Anabela não perdeu tempo.

Recebeu ordens do CHEFÃO e zás :




Anabela Freitas com António Gameiro (distrital do PS de Santarém) e Luís Ferreira
 
 
Escolha do PS está a causar polémica na câmara municipal

Autarca de Tomar nomeia companheiro

A presidente da Câmara de Tomar, Anabela Freitas (PS), nomeou o próprio companheiro para chefe de gabinete de apoio à presidência.

  • 03 de Novembro 2013, 19h20
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Por:João Nuno Pepino


O edital 89/2013 da câmara foi publicado na passada sexta-feira e oficializa a nomeação de Luís José da Silva Ferreira para desempenhar funções no cargo a partir dessa data.
A escolha de Anabela Freitas está a provocar polémica em Tomar, onde Luís Ferreira é um conhecido e destacado militante do PS. O atual companheiro da presidente há vários anos foi vereador a tempo inteiro na Câmara de Tomar até novembro de 2011, altura em que o ex-presidente Carlos Carrão (PSD) lhe retirou os pelouros.
Após ter perdido o lugar na autarquia, Luís Ferreira voltou ao seu lugar de carreira de técnico de informática na Câmara de Alpiarça, onde entrou em 2005 para os quadros quando o também socialista Joaquim Rosa do Céu liderava a autarquia. Até 2011, Luís Ferreira tinha trabalhado menos de um ano em Alpiarça, pois, além de vereador em Tomar, foi ainda adjunto de Paulo Fonseca (atual presidente da Câmara de Ourém, eleito pelo PS), quando este foi Governador Civil de Santarém. 
 
(in "Correio da Manhã" de hoje, 04/11/2013) 
 
VL
 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

ANABELA FREITAS prepara o terreno...



Em declarações à Rádio Hertz, que transcrevemos na íntegra, Anabela Freitas confessa compasso de espera na nomeação do pulhítico Luís Ferreira, mas prepara o terreno para o que ele já anunciou na Câmara de Alpiarça e ao que declarou ao "Jornal Alpiarcense", conforme transcrição que fizemos em post anterior.

E fê-lo sem qualquer problema ou reserva. Porquê ?

Porque é ele que manda no PS e virá a mandar na Câmara de Tomar, até que o deixem...

Ele sabe que, desde 2005, só consegue exercer poder, no PS e nalguma instituição, através de interposta pessoa que se submeta incondicionalmente aos seus ditames.

Foi assim com Hugo Cristóvão (agora também vereador), foi assim com a marida Anabela Freitas (agora formalmente presidenta), começou assim (mas acabou mal) com José Vitorino.

Aliás, o dito cujo só apareceu em 4º lugar na lista para a AM e andou mediaticamente sumido nos últimos meses porque ele corria para "presidente" efectivo, sem ser eleito.

Porque jamais alguém o elegeria se tivesse sido ele o cabeça de lista do PS.

Mas leiamos o que Anabela confessa no final da declaração à Rádio Hertz :



TOMAR - Anabela Freitas aborda cenário levantado nas redes sociais e garante que não foi feita qualquer nomeação para Luís Ferreira

As redes sociais têm sofrido alguma agitação, em Tomar, perante um cenário que dá conta de que Luís Ferreira, ex-vereador da Câmara Municipal, poderá ser chefe de gabinete da presidente Anabela Freitas. Para os críticos, não estará em causa a nomeação para o cargo mas sim o facto do recém-eleito para a Assembleia ser companheiro da autarca.

Na recente entrevista feita pela Hertz, Anabela Freitas foi questionada sobre estes rumores e não fugiu à questão, sublinhando que ainda não fez qualquer nomeação: «Já ouvi falar nisso mas o certo é que nunca ninguém me ouviu falar sobre essa situação. É da minha única e exclusiva responsabilidade nomear chefe de gabinetes, adjuntos e secretários... Mas não nomeei ninguém e só o farei quando entender que isso for necessário. Tenho a possibilidade de nomear até cinco pessoas, tendo em conta a presidência e a vereação, mas a verdade é que não nomeei ninguém. Há funcionários da autarquia que podem assegurar grande parte desse trabalho. E é com a prata da casa que vamos trabalhar. Mas não estou a dizer que não vou nomear porque tudo irá depender do nível de trabalho que cada um dos vereadores possa ter. Não posso exigir aos serviços que trabalhem em gestão partilhada de recursos e depois, no meu gabinete, ter não sei quantas pessoas e cada vereador dispor do seu secretário, se bem que a Lei já nem permita isso». Perante a insistência para tentar perceber se Luís Ferreira será uma hipótese para o cargo, Anabela Freitas vestiu a pele de cidadã para sublinhar que a competência deve falar mais alto na escolha da ocupação de lugares e não aquilo que a pessoa em causa faz na vida privada: «Compreendo que as pessoas possam falar sobre essa situação mas, repito, nunca falei sobre isso nem nunca irei falar. Quando tiver que decidir, irei fazê-lo face ao que seja uma mais-valia dentro da autarquia... Sei perfeitamente aquilo que me está a perguntar pois também oiço os comentários, recebo mensagens e telefones porque alguém, nem sei quem, se lembrou de avançar com este cenário... Nunca falei com ninguém sobre isso. Aliás, nem com os próprios vereadores discutimos, sequer, quem vamos nomear porque partimos desse princípio de trabalhar sem nomeações nestes primeiros dois, três meses para ver o que conseguimos fazer. Mas deixe-me dizer-lhe que devem ser escolhidos os melhores para os diferentes lugares... E acho que as pessoas valem enquanto indivíduos e não por com quem andam e com quem vivem. Vejamos: é alguém condenado em Tribunal? Não! É polémico? É! Demonstrou trabalho quando lá esteve? Demonstrou! Se assim fosse, qual era o problema? Só porque vive comigo? Uma coisa é a Anabela ser presidente, outra é ser cidadã. E antes de ser presidente, sou cidadã. E sei bem dissociar as duas condições».

2013-10-29 18:23:06

É um ESCÂNDALO !
É uma FRAUDE POLÍTICA !
É uma VERGONHA !

É o VALE TUDO !

LUÍS FERREIRA é o RELVAS do PS TOMAR !

Muito mais manhoso...embora menos esperto e astuto.

A minha esperança e julgo que de muitos tomarenses (mesmo de muitos que não votaram nele) reside em BRUNO GRAÇA, que julgo não aceitará ser dirigido por um "presidente" não eleito.


VL




terça-feira, 22 de outubro de 2013

O ocaso político de PEDRO MARQUES

TOMAR – Pedro Marques (Independentes) admite existência de acordo «pontual» com o PSD

Pedro Marques, líder dos Independentes, esclareceu a recente polémica em torno da notícia avançada pela Hertz, que dava conta da existência de um acordo entre IpT e Partido Social Democrata no sentido de que José Delgado fosse eleito como presidente da Assembleia Municipal de Tomar, o que não se concretizou uma vez que um membro dos Independentes votou contra essa opção e José Pereira, do Partido Socialista, acabou por ganhar a contenda.

Nestas palavras ficou clara a existência de um acordo, tal e qual a Hertz tinha avançado. O comunicado emitido pela Concelhia do PSD, que acusou a nossa redacção de «inverdades e falsidades» cai, assim, por terra.
«Apenas assinámos uma lista com três nomes» - Vamos aos factos relatados por Pedro Marques, que sublinhou, então, a existência do dito acordo, ainda que não tivesse ficado "no papel": «Não houve qualquer acordo assinado, existiu, isso sim, um acordo pontual. A única coisa que se escreveu foi uma lista com três nomes. Mais nada. Existiram conversações, houve uma tomada de posição concordante entre os Independentes e o PSD, mas nada mais do que isso. Nem sequer se abordou qualquer hipótese de criar problemas ao executivo camarário. A nossa postura foi sempre pró-activa e de colaboração. A atitude que tomámos (ndr: na tomada de posse) é tão legítima como aquela que o PS teve ao fazer coligação com a CDU. Era o que faltava não nos podermos entender com quem quisermos e a cada momento. Tomámos esta atitude de fazer um acordo pontual com o PSD nesta matéria porque entendemos que era benéfico para o concelho que assim fosse. Até acho natural mas, ao mesmo tempo, estranho que se fale deste acordo e não se fale do acordo entre PS e CDU, acordo esse que já existe há muito tempo. Como vocês (ndr: Rádio Hertz) relataram muito recentemente, uma fonte do PS - que nós sabemos qual foi - disse que não havia acordo. E era verdade que havia esse acordo. Que fique claro o seguinte: as conversas que tivemos com o PSD foram só sobre esta matéria. Com o PS, durante quinze dias não falaram connosco, e depois tinha uma chamada da doutora Anabela e falei com ela. Relativamente ao acordo para a Assembleia Municipal, disse-lhe o seguinte: tendo em conta que a Assembleia Municipal é composta por um número par de elementos, o presidente tem voto de qualidade em questão de empate e, portanto, o nosso entendimento é que o presidente da Assembleia Municipal não deveria ser do PS para que houvesse da parte da oposição a possibilidade de ser ouvida em termos de propostas e tudo mais».
«Acordo não visava a queda do executivo...» - Pedro Marques garantiu, ainda, que este acordo com o PSD não teve como pano de fundo fazer cair o executivo dentro de alguns meses, ainda que prometa continuar atento no futuro: «O PS ganhou a Câmara Municipal, tem a presidente da Câmara, não se discute... Por isso, ao dizerem que o acordo visava a queda do executivo é uma situação falsa, que nunca foi colocada em cima da mesa. E nem será, como é óbvio. A não ser que as coisas sejam um desastre pior do que foi o mandato passado. A doutora Anabela sabia qual era o nosso entendimento. Há dois anos, quando houve conversas entre mim e a doutora Anabela para a possível queda do executivo camarário, rejeitámos qualquer coligação pré-eleitoral e disse-lhe que não havia problema algum de que quem vencesse as eleições pudesse entregar a Assembleia Municipal ao outro. Se este acordo pode repetir-se noutras situações? Claro que pode. Não estamos fechados a nada. A nossa postura é construtiva. Tudo o que tenha a ver com os interesses de Tomar e que não colida com as nossas convicções faz com que estejamos abertos a qualquer contacto, a qualquer colaboração, seja ela com quem for». Pedro Marques fez questão de garantir que nada o move, em termos pessoais, contra José Pereira, recém-eleito presidente da Assembleia Municipal, sublinhando que, desde sempre, manteve a convicção de que João Simões seria a pessoa mais indicada para desempenhar o cargo em causa: «O que assistimos nestes dezasseis anos foi que a Assembleia Municipal nunca cumpriu o seu mandato de fiscalização. Colocámos na mesa a hipótese de o presidente da Assembleia Municipal ser o doutor João Simões porque entendemos que é a pessoa mais bem preparada para exercer esse cargo. Eles não entenderam e, tendo em conta que tinham mais votos do que nós, acabámos por respeitar isso. Para nós, o mais importante é que o presidente da Assembleia Municipal não fosse aquele que está no executivo. A doutora Anabela soube que eu tinha falado com o João Tenreiro e o João Tenreiro soube que eu tinha falado com a Anabela. O senhor presidente da Assembleia Municipal terminou mal a sessão, a queixar-se não sei de quê... Se alguém não gostou do resultado, podíamos ter sido nós. E o que nós dizemos sobre o resultado é que a democracia funcionou».
«Nos Independentes não há caça às bruxas» - Sem nunca referir o nome do membro dos Independentes que votou a favor de José Pereira, Pedro Marques admitiu que tinha conhecimento prévio que nem todos, dentro do grupo, estavam de acordo com o acordo com o PSD. Mas, assegurou, os IpT não irão fazer qualquer caça às bruxas: «Sabíamos que nem todas as pessoas da nossa lista, uma pelo menos, não estavam de acordo com esta posição por razões pessoais e isso acabou por furar o acordo, dando a possibilidade ao PS de ganhar a eleição. Não faz parte do nosso ADN perseguir ninguém. Connosco não há caças às bruxas. As pessoas tomam as posições que tomam e são responsáveis por elas. No nosso grupo, muitas vezes temos ideias diferentes, excepto as convicções, princípios e valores. Quantas vezes a minha posição em sede de executivo não é aquela que tinha de raiz? É alterada por força do grupo. Esta situação ficou gorada mas por agora. Como alguém já disse, houve queijos limianos à mistura... se houve ou não houve, não sei... Posso garantir que actuámos sempre de forma correcta pois eu falei com os lideres do outro lado, ou seja, Anabela Freitas e João Tenreiro. De outros lados não fizeram isso. Houve pessoas a telefonar para membros nossos. Houve pessoas sem coerência, hipócritas, a telefonar para membros nossos quando em conversas com outros tinham dito "aquela pessoa nem pensar". Mas depois tiveram o descaramento de ligar para essa pessoa "eu quero falar contigo e fazer-te uma proposta"... Mas o que é isto?! O nosso grupo mostrou que alguém não foi coeso, não foi coerente connosco, não foi solidário connosco, mas é um problema do grupo, que será analisado internamente».



 

TOMAR - Notícia Rádio Hertz: Maioria dos eleitos dos Independentes para a união Serra/Junceira não quis Pedro Marques na tomada de posse

A ausência de Pedro Marques, líder dos Independentes por Tomar, na tomada de posse de Américo Pereira como presidente da união de freguesias Serra/Junceira conheceu, nesta terça-feira, um desenvolvimento esclarecedor. Depois de a Hertz ter noticiado essa "falta de comparência", o vereador contactou a nossa redacção e justificou-a pelo facto de «não ter sido convidado para a cerimónia». Perante este dado surpreendente - ou não estivesse em causa a única freguesia ganha pelos Independentes - a Hertz tentou contactar, até agora sem sucesso, o próprio Américo Pereira no sentido de esclarecer se, de facto, esse convite tinha ficado na gaveta.

Dessa forma, junto de outro eleito dos IpT à referida união das freguesias, que solicitou anonimato, ficou a confirmação de que, efectivamente, Pedro Marques «não foi convidado para estar presente porque a maior parte dos elementos eleitos pelos Independentes para a Serra/Junceira assim o exigiu a Américo Pereira». E caso o novo presidente desta união não seguisse esta reivindicação, sublinhou a mesma fonte, «esses eleitos recusavam-se a tomar posse». Questionada sobre os motivos para esta decisão radical, esta fonte assegurou que os ditos elementos «não concordaram com o acordo que os Independentes celebraram com o PSD tendo em vista uma lista conjunta para a Assembleia Municipal».